João Francisco Campos assume a autoria do abaixo assinado
segunda-feira, 12 de março de 2007
O Abaixo assinado que alegadamente teria sido da responsabilidade da Mancha Negra, foi afinal da autoria do sócio João Francisco Campos que o assume a nível pessoal.
Foram recolhidas 50 assinaturas, durante o jogo
Académica - Paços de Ferreira na bancada nascente inferior, onde se situa habitualmente a
claque, e que vão, amanhã, ser entregues a
Almeida Santos, cuja passividade e falta de esclarecimento sobre a questão das
eleições indigna o sócio da
Académica e antigo presidente da claque.
João Francisco Campos adiantou ainda, no programa
Prognósticos, da
Rádio Universidade de Coimbra, que poderia ser candidato e apresentar uma lista candidata à direcção, que não fez nem fará até dia 15 por pretender afastar-se do conflito jurídico a ser travado em
tribunal para a interpretação dos
estatutos.
Para o associado, e comentador do programa, é preferível a convocação da
Assembleia Geral Extraordinária para garantir que haja de facto
informação aos sócios e que toda a questão que se prende com as
eleições, seja de uma vez por todas, esclarecida para que se acabe com a especulação em torno das datas do escrutínio.
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ALVARO AMARO PERFILA-SE COMO CANDIDATO
segunda-feira, 5 de março de 2007

O ‘Rapazes de Preto’ está em condições de informar que Álvaro Amaro (Presidente da Câmara de Gouveia) e Almeida Santos (Presidente da Mesa da Assembleia Geral de Sócios) se encontraram.
Em cima da mesa está o futuro da instituição que passa, presentemente, por instabilidades de várias ordens, não só directivas como financeiras.
Fica assim quase certa a candidatura de Álvaro Amaro à presidência do Organismo Autónomo da Associação Académica de Coimbra. Na sequência deste contacto, Almeida Santos irá tentar convencer José Eduardo Simões a não avançar no acto eleitoral marcado inicialmente para Dezembro próximo, mas que poderá ser antecipado caso haja uma demissão da direcção em funções e seja constituída uma Comissão de Gestão.
Precisamente por alturas da constituição da Comissão de Gestão encabeçada por João Moreno, Álvaro Amaro concede estas declarações ao semanário Expresso, que ilustram o modelo de gestão que defende para a Instituição.
“Sociedade de Negócios e uma Fundação
Álvaro Amaro, presidente da Câmara de Gouveia e um dos impulsionadores da mudança, acredita que o futuro da Académica depende apenas da reforma completa do modelo de gestão.
E oferece como prova o sucedido recentemente: «Em apenas sete dias», sublinha, «este clube conseguiu uma mobilização de recursos que evitou a pouca-vergonha da circulação dos cheques sem cobertura».
Já há dois anos que este autarca vem defendendo a criação de uma Sociedade de Negócios para dirigir a Académica. «O clube seria a entidade aglutinadora de várias empresas, que funcionariam como parceiras de gestão», sugere.
O investimento seria feito por subscrição de capital nominal, com um valor mínimo de dois mil contos. O fundo seria ainda aberto a todos os sócios.
Paralelamente, o antigo ministro da Agricultura propõe também uma Fundação, onde teriam assento entidades tão diversificadas como a universidade, os sócios de referência e os próprios atletas. «A Fundação funcionaria como um dos pilares da formação, o que permitirá à Académica manter a sua identidade própria», conclui Álvaro Amaro.” –in Expresso
Perante isto, vamos ver como se movimentam outras figuras proeminentes da Instituição.
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